Nosso Deus, através do Espírito Santo, proclama uma verdade que ecoa por todo planeta: a Justiça não é apenas um valor humano, é um mandamento divino.
E, nesse chamado, doravante serão ungidos como Missionários da Justiça homens e mulheres cristãos que compreenderam que o Direito é um valor que vem da autoridade de Deus e quando dissociado da Justiça e da Dignidade da Pessoa Humana, perde sua essência e se transforma em instrumento de opressão.
Entre estes, os primeiros a serem ungidos foram Ricardo Sayeg e Rodrigo Sayeg, que assumem não apenas a responsabilidade técnica de suas carreiras jurídicas, mas, sobretudo, a missão espiritual de servir à Justiça e à Dignidade da Pessoa Humana como expressão viva da vontade de Deus.
Mais do que isso, foram nomeados líderes nacionais dos Missionários da Justiça, recebendo a missão de edificar a falange de luz, composta por juristas cristãos comprometidos com a defesa de nossas crenças, valores e princípios, assim como, do nosso estilo de vida cristão, fundado no Evangelho.
As Escrituras são claras e inquestionáveis. Desde os tempos antigos, o Senhor ordena: “A justiça, somente a justiça seguirás” (Deuteronômio 16:20). Não há margem para relativização. Não há espaço para conveniência. A Justiça é caminho obrigatório para aqueles que desejam viver segundo a ordem divina.
O profeta Miqueias nos revela o núcleo dessa exigência: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, ames a misericórdia e andes humildemente com o teu Deus?” (Miqueias 6:8). Justiça sem misericórdia é dureza; misericórdia sem justiça é omissão. Ambas devem caminhar juntas sob a humildade diante de Deus.
Nos Salmos, a Justiça é elevada à própria estrutura do trono divino: “Justiça e juízo são a base do teu trono” (Salmos 89:14). Isso significa que toda autoridade que se afasta da Justiça se afasta de Deus. Toda decisão injusta rompe com a ordem superior que sustenta o universo moral.
É em Cristo que a Justiça alcança sua dimensão mais profunda, especialmente no Sermão da Montanha (Mateus 5:6).
Jesus orienta que não se trata apenas de praticar a Justiça, é necessário desejá-la com intensidade, buscá-la com perseverança, vivê-la como expressão da própria fé e estilo de vida daqueles que lhe seguem.
Ser Missionário da Justiça é um chamado que exige entrega e coragem. Exige posicionamento. Exige fidelidade a Deus acima de qualquer conveniência humana.
Cabe aos Missionários resistir à injustiça, mesmo quando ela se apresenta revestida de legalidade. É denunciar e proteger o povo, ainda que isso custe incompreensão, oposição ou sacrifício.
Vivemos tempos em que a Justiça, muitas vezes, é relativizada, instrumentalizada ou distorcida. É exatamente nesses tempos que Deus levanta estes homens e mulheres comprometidos com a Justiça para restaurar o equilíbrio moral da sociedade.
A missão confiada aos juristas Ricardo Sayeg e Rodrigo Sayeg, e a todos aqueles que se unirem a eles a esse propósito, não é comum. É um chamado de compromisso e responsabilidade espiritual, com a dignidade humana e a Justiça como valores absolutos que emanam de Deus.
Porque, ao final, permanece a promessa eterna de Cristo:
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.”
E é nessa promessa que os Missionários firmam sua caminhada e prestam sua colaboração à Ordem dos Ministros e Missionários Evangélicos no Brasil. Não como meros operadores do Direito, mas como Missionários da Justiça, membros desta falange de luz, a serviço de Deus, da existência digna para todos e da restauração moral da sociedade.

Doutores Ricarco e Rodrigo Sayeg
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