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Domingo, 19 de Abril de 2026
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Direito

A Teoria da Soberania Não Protegida contra a Ameaça Atômica

A hipótese de armamento nuclear do Irã

Dr. Ricardo Sayeg
Por Dr. Ricardo Sayeg
A Teoria da Soberania Não Protegida contra a Ameaça Atômica
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A hipótese de armamento nuclear sob controle do Líder Supremo do Irã projeta sobre a Humanidade e o Planeta um risco real apocalíptico de ameaça atômica, que transcende o plano geopolítico e alcança, como nunca antes na história do ser humano, o núcleo primaz e irredutível do Direito à Vida, na mais pura gênese e concepção de Direitos Humanos.

Investido de autoridade vitalícia, o líder do Irã concentra o controle das forças armadas, da guarda revolucionária e das principais instituições do Estado. Logo, não se trata de uma liderança ordinária, mas de uma ditadura armada, refratária à alternância de poder e marcada pela repressão brutal e sem limites ao seu próprio povo e a terceiros.

O desprezo pela vida humana é inequívoco. Relatórios reiterados de organizações internacionais de Direitos Humanos apontam genocídio sistêmico pela aplicação da pena de morte contra seu próprio povo, cujos alvos foram e são as pessoas dissidentes do seu regime político, revelando um Estado assassino que enfrenta e elimina a oposição pela morte como método de governabilidade.

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Até mesmo com encontros e fotos institucionais, demonstrando proximidade com esses fascínoras, divulgados mundialmente nas redes sociais.

A experiência do ocorrido na Venezuela bem ilustra o aqui exposto. Aplicada a lógica da soberania não protegida, a queda do hediondo narcoterrorismo estatal na Venezuela socialista permitiu o reflorescer das liberdades para aquele povo digno, com anúncio de anistia geral e o fechamento do centro de tortura El Helicoide, monumento da vergonha estatal, como anunciado por sua presidente Delcy Rodríguez.

Portanto, em circunstâncias excepcionais, nas quais a soberania legítima se divorcia abominavelmente da proteção da dignidade humana e do Planeta, cessa sua legitimidade e proteção.

As Nações e a Humanidade, então, não apenas podem, em verdade, devem agir, principalmente diante da paralisia do Conselho de Segurança da ONU.

Ricardo Sayeg

Jurista Imortal da Academia Brasiliense de Direito e da Academia Paulista de Direito. Professor Livre-Docente de Direito Econômico da PUC-SP e do Insper. Doutor e Mestre em Direito Comercial. Oficial da Ordem do Rio Branco. Presidente da Comissão de Direito Econômico Humanista do IASP. Presidente da Comissão Nacional Cristã de Direitos Humanos do FENASP. Comandante dos Cavaleiros Templários do Real Arco, Guardiões do Graal. Advogado e Jornalista.

Ricardo Sayeg. Jornalista. Jurista Imortal da Academia Brasiliense de Direito e da Academia Paulista de Direito. Professor Livre-Docente da PUC-SP. Doutor e Mestre em Direito. Presidente da Comissão Nacional Cristã de Direitos Humanos do FENASP. Comandante dos Cavaleiros Templários do Real Arco Guardiões do Graal.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Apostólica News
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